Cotton School encerra encontros em Brasília e inicia aulas em São Paulo
Aulas na capital paulista são ministradas na Abit
Encerrou na sexta-feira (13), a primeira de três semanas de encontros presenciais da Brazilian Cotton School. As mentorias ministradas por quase 20 especialistas em Brasília (DF) promoveram conteúdos que trataram, desde a introdução história algodão no Brasil + Planejamento, plantio e manejo a campo do algodão até os Instrumentos de financiamento agrícola com aplicação na cadeia do algodão.
A primeira semana da Cotton School também foi marcada por visitas técnicas à Sala Classificação Visual da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), onde os participantes puderam conferir de perto o programa Standard Brasil HVI (SBRHVI), que garante a qualidade, transparência e rastreabilidade da fibra de algodão brasileira através de análises de instrumentação (HVI).
Outra visita técnica que marcou a semana foi à Fazenda Moresco do Grupo GMS em Cristalina (GO). A propriedade é comandada por Carlos Alberto Moresco, conhecido por sua atuação na produção de algodão e dono da GM Algodoeira, especializada no beneficiamento de fibras, tudo conferido de perto pelos 36 alunos da terceira turma da escola.
“A turma 2026 reforça o propósito da escola, que é mostrar para os iniciantes do mercado os fundamentos da cadeia do algodão no Brasil”, declarou Jonas Nobre, diretor da Brazilian Cotton School. “Esse grupo é composto por várias pessoas mais jovens que atuam em diversos elos da cadeia do algodão e percebemos um grande número de participantes que chegaram através de indicação de turmas anteriores, isso é muito positivo”, avaliou.
Aulas em São Paulo
A segunda etapa do curso ocorre na capital paulista iniciada. Nesta segunda-feira (16), o conteúdo abordou temas em torno de Hedge School – Bolsa ICE US – mercado de opções. O conteúdo foi desenvolvido e apresentado por Caio Toledo, diretor de Commodities da StoneX, e Ariel Coelho, presidente de Soft Commodities da StoneX Supply and Trading.
“Esse é um tema conectado com a realidade. A gente percebe os mercados cada vez mais voláteis e, com isso, a tomada de decisão tem que ser cada vez mais rápida também, então é importante que os diferentes elos da cadeia do algodão saibam utilizar as ferramentas para de gestão de risco”, resumiu Toledo.
As aulas em São Paulo ocorrem na sede da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), no bairro Higienópolis, até o dia 27 de março.