Brazilian Cotton School

Para Anea, 3ª turma da Brazilian Cotton School reafirma educação como pilar estratégico do setor

Na última semana, o setor algodoeiro concluiu a terceira edição da Brazilian Cotton School. A iniciativa é encampada pelas representantes dos produtores (Abrapa), exportadores (Anea), corretores (BBM) e industriais (Abit) do algodão brasileiro, e é voltada à educação intensiva na cadeia produtiva da fibra, desde o mercado até o porto e a indústria nacional e internacional. Durante três semanas, divididas entre Brasília e São Paulo, os 36 alunos de 2026 cumpriram uma programação teórica e prática, com visitas técnicas e imersões em lavouras, algodoeiras e indústrias têxteis, para compreender a complexidade da cadeia produtiva, antes de assumirem o papel de “embaixadores do algodão”.

 O roteiro incluiu uma parada na fazenda do Grupo Moresco, em Cristalina (GO), referência em tecnologia e produtividade, e na unidade da GM Algodoeira. O grupo também conheceu a Casa John Deere e o Centro de Treinamento da montadora, em Campinas (SP), as operações logísticas do Porto de Santos e a estrutura de fiação e tecelagem da Santista Têxtil, em Americana (SP).

Cerca de 60 profissionais dedicados a temas estratégicos da cadeia produtiva monitoraram as aulas. Dentre os destaques, o vice-presidente da Anea, Ariel Coelho, abordou o funcionamento da Hedge School e da Bolsa ICE (Intercontinental Exchange), enquanto o presidente do Comitê de Logística da entidade, Brenno Queiroz, palestrou sobre modais logísticos, frete marítimo, carta de crédito e processos de booking. A dinâmica do mercado interno e o mapeamento das regiões de consumo e produção no Brasil foram os temas centrais da apresentação de João Paulo Lima, tesoureiro da Anea, ao lado de Lidiane Eichelt, vice-presidente da Plataforma de Algodão na Olam Agri. A programação incluiu ainda a participação de Grégoire Nègre, que integra a diretoria da associação. Ele detalhou as diferentes frentes da International Cotton Association (ICA) no mercado global, além de contratos e regulamentações. 

“A Cotton School é uma das iniciativas mais relevantes do nosso setor, pois nos permite transmitir conhecimento, formar novas gerações e perpetuar o legado do algodão brasileiro. Fico muito contente em ver que estamos encerrando a nossa terceira turma com mais um grande sucesso, e que venham muitas outras. Investir em educação é investir no futuro da cadeia, garantindo que o trabalho que construímos hoje continue gerando valor para as próximas gerações”, afirmou o presidente da Anea, Dawid Wajs.

02.04.2026

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Fonte da matéria: Anea com edição da Cotton School